Atividade desenvolvida na FCN - Pastilhas que foi projetada para operar em escala comercial variável, a fábrica de pastilhas de dióxido de urânio (UO2) tem uma capacidade nominal de 120t/a. Funciona como unidade de produção independente e é alimentada pela fábrica de pó de dióxido de urânio (UO2).
As pastilhas de dióxido de urânio (UO2) são a síntese de um longo processo mínero-químico-industrial. Para ser idéia da capacidade desse combustível basta considerar que apenas duas dessas pastilhas, que tem a forma de um cilindro de mais ou menos um centímetro de comprimento e de diâmetro, geram energia para manter uma residência média funcionando por um mês.


Após o processo de homogenização, o pó de UO2 é transportado para uma prensa rotativa automática, onde são produzidas as chamadas “pastilhas verdes”, que recebem este nome por ainda não terem sido sinterizadas. Para ganhar rigidez, as pastilhas são encaminhadas para um forno de sinterização e aquecidas a 1750ºC para adquirir a resistência necessária às condições de operação a que serão submetidas dentro do reator de uma usina nuclear.
Antes de seguirem para a montagem dos elementos combustíveis, as pastilhas passam por uma retificação para ajuste de suas dimensões e pela verificação de medição a laser, este último que rejeita as de circunferência fora do padrão. As pastilhas aprovadas são acondicionadas em caixas e levadas para a montagem dos elementos combustíveis.