A produção brasileira de urânio começou em 1982, no município de Caldas, em Minas Gerais, onde uma reserva já conhecida, foi explorada durante 13 anos, abastecendo a usina de Angra 1 e programas de desenvolvimento tecnológico. Com o avanço das prospecções geológicas, outras reservas foram descobertas e, em 1995 a unidade da INB em Caldas encerrou a produção de urânio, entrando então na fase de descomissionamento.
Em 1998 o urânio começou a ser explorado em Caetité, na Bahia, uma área onde existe uma reserva de 100.000 toneladas do minério. A Unidade de Concentrado de Caetité produz anualmente cerca de 400 toneladas/ano de concentrado de urânio, o suficiente para abastecer as usinas Angra 1 e Angra 2.
Com o desafio maior de atender a demanda das usinas nucleares que serão construídas nos próximos 20 anos, a INB iniciou os trabalhos necessários para aumentar a sua produção de urânio. Em Caetité, com a abertura da lavra subterrânea e a implantação de um novo processo de beneficiamento que resultará em maior aproveitamento do mineral. Também com o mesmo objetivo, a INB selecionou a empresa com a qual atuará em parceria para explorar a reserva de Santa Quitéria, no Ceará, onde o urânio encontra-se associado ao fosfato.
Conheça as unidades produtoras da INB
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Vista parcial da Unidade de
Concentrado de Urânio - URA
INB Caetité (BA) |
INB Santa Quitéria (CE) |
Vista parcial da área da Unidade de
Tratamento de Minérios - UTM
INB Caldas (MG) |