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O crescimento da demanda por energia, o avanço dos data centers e a busca por fontes de baixa emissão de carbono estão abrindo novas perspectivas para o setor nuclear brasileiro. Esse cenário esteve no centro dos debates do Nuclear Communication Experience 2026, realizado pela Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan), no dia 18 de agosto, na Fecomercio, no Rio de Janeiro.
A produção do combustível nuclear que irá abastecer a próxima recarga da usina nuclear Angra 2 já está em andamento na Indústrias Nucleares do Brasil (INB). A empresa concluiu, no dia 28 de julho, a montagem do primeiro elemento combustível na Fábrica de Combustível Nuclear (FCN), em Resende (RJ). No dia 30 de julho, o elemento foi certificado após ser aprovado em todas as inspeções de qualidade previstas no processo produtivo.
A Indústria Nucleares do Brasil (INB) tem avançado nos trabalhos de pesquisas geológicas em áreas da Província Uranífera de Lagoa Real, na Bahia, onde já foram identificadas anomalias geológicas indicativas da presença de urânio, desde 1977. Esses estudos têm como objetivo ampliar o conhecimento sobre essas ocorrências e gerar informações que subsidiem o planejamento para a Unidade de Concentração de Urânio (URA) atingir a autossuficiência da produção de yellowcake.
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Ciclo do urânio - INB
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