INB participa pela primeira vez do PDAC 2026, maior evento de mineração mundial, no Canadá

Começou neste domingo, dia 1º, a edição 2026 da Associação de Prospectores e Desenvolvedores do Canadá (Prospectors & Developers Association of Canada – PDAC), considerada a maior e mais importante convenção mundial do setor mineral, com a participação inédita da Indústrias Nucleares do Brasil (INB). O evento reúne mais de 27 mil participantes de 125 países, incluindo empresas públicas e privadas, governos, investidores e especialistas, com foco em negócios, intercâmbio de conhecimento e identificação de oportunidades e desafios para o desenvolvimento sustentável da mineração global.

Antes da abertura oficial do Pavilhão do Brasil, a Câmara de Comércio Brasil-Canadá (Brazil-Canada Chamber of Commerce – BCCC) convidou autoridades, executivos e representantes do setor mineral, entre eles o presidente da INB,  Tomás Albuquerque, que participou das discussões sobre o panorama do mercado internacional, oportunidades e gargalos para crescimento e negócios.

Com duas décadas de realização, a conferência se consolidou como um importante espaço de diálogo bilateral, reunindo líderes, formuladores de políticas públicas e especialistas dos dois países para debater o futuro da mineração e dos recursos naturais, além de fortalecer parcerias estratégicas.

A convenção deste ano da PDAC acontece de 1º a 4 de março, em Toronto, e conta com mais de 1.300 expositores e cerca de 700 palestrantes. Desde sua criação, em 1932, o evento cresceu em relevância e se tornou o principal ponto de encontro global do setor mineral.

A INB, que marca presença pela primeira vez no principal fórum internacional de exploração mineral, é responsável pela mineração de urânio no Brasil, matéria-prima essencial para a geração de energia nuclear, considerada estratégica para a segurança energética e a transição para uma matriz de baixo carbono.

“A participação da INB reforça a inserção do Brasil no cenário internacional da mineração e amplia a visibilidade do país em um segmento estratégico, especialmente no contexto da crescente demanda por minerais essenciais como o urânio, para a transição energética e o desenvolvimento sustentável”, disse Albuquerque.

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